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Política
Postada em 14/10/2026 16:03 | Por Todo Segundo

Alagoas reduz denúncias de propaganda eleitoral irregular em 21,65%

Aplicativo Pardal registrou 409 ocorrências no primeiro turno, 113 a menos que em 2022
Alagoas registrou 409 denúncias de propaganda eleitoral irregular no primeiro turno - Foto: Reprodução

Alagoas registrou uma redução de 21,65% nas denúncias de propaganda eleitoral irregular no primeiro turno das eleições de 2026, em comparação com o mesmo período de 2022. Dados do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, mostram que o número de registros caiu de 522 para 409, uma diferença de 113 denúncias.

Entre as principais reclamações apresentadas neste ano estão as irregularidades em propagandas instaladas em vias públicas, que lideram o levantamento, com 112 registros, o equivalente a 27,38% do total.

Na sequência, aparecem as denúncias envolvendo propaganda em bens particulares, com 44 registros (10,76%). Já as ocorrências relacionadas ao uso de carro de som, minitrio e trio elétrico somaram 42 denúncias, correspondendo a 10,27% dos registros feitos no primeiro turno.

Mesmo com a redução registrada na comparação com 2022, as irregularidades na propaganda eleitoral continuaram sendo denunciadas durante o segundo turno.

Entre os dias 5 e 13 de outubro, o aplicativo Pardal recebeu 35 denúncias em Alagoas, distribuídas por 11 municípios.

Os dados podem ser consultados publicamente no Pardal Web, plataforma que reúne as informações sobre as reclamações encaminhadas à Justiça Eleitoral.

Como funciona o aplicativo Pardal

Disponibilizado gratuitamente para celulares com sistemas Android e iOS, o Pardal permite que eleitoras e eleitores comuniquem possíveis irregularidades na propaganda eleitoral.

A ferramenta recebe denúncias sobre práticas como publicidade irregular na internet, uso indevido de alto-falantes e amplificadores de som e distribuição irregular de material gráfico, entre outras situações.

Para registrar uma ocorrência, o cidadão deve descrever o fato, apresentar informações que permitam identificar o local e a irregularidade e anexar, sempre que possível, provas como fotografias, vídeos ou áudios.

A iniciativa busca ampliar a participação popular na fiscalização das campanhas e contribuir para a transparência e a lisura do processo eleitoral.

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