
Na política, o tempo costuma ser o juiz mais implacável. E, em Palmeira dos Índios, a consolidação do novo Hospital Regional está revelando uma verdade que muitos tentaram esconder durante anos: enquanto alguns trabalhavam para ampliar a saúde pública, outros apostavam no fracasso do projeto.
O ex-prefeito Júlio Cezar voltou a destacar a importância do do novo Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI), empreendimento que saiu do papel graças a sua à articulação construída ao lado do então governador Renan Filho, do atual governador Paulo Dantas, do senador Renan Calheiros e de outras lideranças políticas. Hoje, a unidade atende não apenas Palmeira, mas também municípios como Estrela de Alagoas, Igaci, Minador do Negrão, Belém, Maribondo, Quebrangulo e Paulo Jacinto, transformando-se em uma referência para toda a região.
As imagens de mutirões, cirurgias e atendimentos especializados mostram uma realidade impossível de ser contestada: o hospital salva vidas todos os dias. E é exatamente isso que incomoda determinados setores da oposição.
A razão é simples. Muitos dos que hoje evitam falar sobre o novo Hospital Regional foram os mesmos que fecharam as portas para o desenvolvimento da saúde local, como a emergência do Hospital Santa Rita. Em vez de apoiar uma solução definitiva, preferiram criar obstáculos, espalhar dúvidas e alimentar o discurso do “não vai dar certo”.
Deu.
E deu tão certo que o novo Hospital Regional se tornou um dos maiores investimentos públicos em saúde da história da região.
Enquanto alguns torciam contra, pacientes passaram a ter acesso a cirurgias, exames e atendimentos especializados sem precisar percorrer centenas de quilômetros. Enquanto adversários políticos apostavam no desgaste do projeto, famílias passaram a enxergar esperança onde antes havia apenas filas e incertezas.
O resultado é cruel para quem construiu sua narrativa na crítica permanente. Afinal, contra números, atendimentos e vidas salvas, não existe discurso que sobreviva por muito tempo.
Por isso, o novo Hospital Regional virou mais do que uma obra pública. Tornou-se um símbolo político. Representa a diferença entre quem governou pensando em deixar legado e quem preferiu apostar no quanto pior, melhor.
A oposição pode até não gostar. Pode tentar mudar de assunto. Pode fingir que nada aconteceu. Mas a realidade está ali, funcionando todos os dias, de portas abertas para milhares de alagoanos.
Cada cirurgia realizada, cada mutirão promovido e cada vida atendida reforçam a marca de uma articulação que teve, Júlio Cezar, o principal protagonista.

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